terça-feira, 1 de maio de 2012

Feira de Ciências

Questões sobre a montagem da "Feira de Ciências"

A Feira de Ciências é um dos principais eventos que estão sendo questionados na educação. De que forma acontece? Seus reais objetivos estão sendo atingidos? 

O ideal é que o educador, seja da rede pública ou privada, repense essa questão. 
A melhor forma de aprender é fazendo. Partindo desse princípio, surge a necessidade de registrar o aprendizado através de “projetos científicos”. 

As exposições são consideradas uma das formas mais eficientes de divulgação científica, acontecendo em maior evidência nas escolas de ensino médio e ensino infantil através da feira de ciências. 

Alguns pontos devem ser questionados pelo educador no sentido de realizar uma feira de forma que venha realmente resultar na ampliação do conhecimento do aluno. Observe: 

• Qual é a finalidade de vivenciar uma feira de ciências ou de conhecimentos na escola? 

• Qual a sua relação com os programas escolares? 


• Os trabalhos realizados na feira foram exercidos no sentido de construir o conhecimento ou foram realizados apenas para cumprir o calendário escolar da instituição? 

• Como esse evento poderia se tornar um forte aliado na formação integral dos alunos?
 

Alguns experimentos:
Como saber se um ovo está cozido sem tirar a casca?
A solução é muito simples: só precisamos fazer o ovo girar sobre a mesa. Se estiver cozido, girará uniformemente por algum tempo descrevendo círculos. Se estiver cru, girará dando tombos, seu movimento será errático e logo deixará de girar.
Explicação: No ovo cozido a distribuição de massa em seu interior não muda a medida que gira. Se ovo está cru a gema se movimentará em seu interior, mudando a distribuição de sua massa, fazendo que o giro não seja uniforme.

Empilhar vários blocos na borda de uma mesa de modo que formem uma torre inclinada. Use, por exemplo, várias listas telefônicas. Dá para fazer uma torre que parece desafiar a gravidade. Comece com uma pilha vertical. Desloque o bloco mais alto na pilha o mais que puder sem que caia. Depois mova os dois blocos superiores juntos até quase cairem. E assim por diante. Note que quanto maior o número de blocos movidos menor a distância que eles podem ser movidos sem que o conjunto desabe. Com muitos blocos e com certa habilidade a torre inclinada fica impressionante.

Recorte uma forma qualquer em um pedaço de papelão ou compensado e determine o Centro de Massa desse recorte do seguinte modo. Faça três furos perto das bordas e pendure o recorte por cada um deles, sucessivamente. Para cada suspensão, trace uma vertical a partir do furo usando um fio de prumo. Repetindo para os três furos você obtem três retas que se encontram no Centro de Gravidade.
Usando um recorte em forma de boomerang você pode mostrar que o Centro de Gravidade, nesse caso, fica fora do recorte.
Use um recorte na forma de um mapa do Brasil e ache o Centro de Gravidade do mapa. Localize a cidade mais próxima desse centro.
Foguete com bexiga
Pegue um canudo plástico e faça passar por dentro dele um barbante com cerca de 3 m de comprimento. Prenda uma das pontas do barbante na maçaneta da porta, por exemplo. Encha uma bexiga com ar e lacre a ponta para o ar não sair. Prenda a bexiga no canudo plástico com esparadrapo. Solte o lacre. O que aconteceu? Esta experiência permite verificar a terceira lei de Newton ou lei da ação e reação.

Imagens Infinitas
Disponha, paralelamente, Dois Espelhos com que enfrenta refletoras voltadas Frente a Frente.Coloque Entre eles hum Objeto QUALQUÉR (UMA OU UMA flor vela ACESA, Por Exemplo). Vão si Formar inúmeras (teoricamente Infinitas) Imagens enfileiradas

As cores do sol
Para entender como o Sol muda de cor, coloque água dentro de um grande recipiente de vidro transparente, como um aquário. Escureça o ambiente. Pegue uma lanterna e aponte-a para a água. A luz passará pela água transparente e projetará uma mancha branca no anteparo. 
Agora despeje um pouco de leite na água. Aponte novamente a lanterna para a água. Você verá que a luz se avermelha ao passar pela água com leite. Algo parecido acontece quando olhamos para o Sol ao amanhecer ou no final da tarde e o vemos avermelhado.

Bolhas de sabão
Molde com a mão um circulo de arame. Coloque meio copo de detergente em uma bacia. Adicione um litro de água ao detergente. Adicione 60 mililitros de glicerina. Deixe a solução repousar durante um período (se possível espere uma noite). Mergulhe o círculo de arame na solução. Levante o círculo da solução e observe o tubo de sabão formado. Pode-se fazer tubos de até vários metros.
Observação: Em caso de dificuldade para se obter as bolhas ou tubos, acrescente mais detergente à solução.

Uma harmônica de taças.



Objetivo



Demonstrar uma escala sonora com um instrumento feito de taças de vidro. Ilustrar a formação de ondas sonoras em tubos semi-abertos e o conceito de ressonância.DescriçãoNo filme La Nave Va, de Federico Felini, dois velhos músicos tocam um concerto tirando sons de taças de cristal. Você pode reproduzir esse evento com uma experiência que, se bem executada, tem tudo paradar certo. 
Consiga 12 taças de vidro fino ou cristal. Copos podem servir mas taça é muito melhor. Ponha um pouco de água em cada uma, um pouquinho na primeira, um pouco mais na segunda e assim por diante. O truque é tirar som dessas taças. Você pode simplesmente bater nelas com um bastão de madeira, No entanto, o som fica mais bonito e agradável se for tirado esfregando suavemente a ponta do dedo na borda da taça, como vemos na outra figura.


Molhe a ponta do dedo indicador (o "fura-bolos") e passe-o pela borda da taça em movimentos circulares. Com um pouco de treino você conseguirá tirar um som cheio e harmonioso. Cada taça emitirá uma tonalidade diferente pois o tom depende da distância entre a superfície da água e a borda da taça. Resta "afinar" o instrumento. Você pode comparar o tom de cada taça com o tom tirado de um teclado eletrônico. Comece com uma taça quase vazia (som mais grave) e prossiga para as outras, com quantidade decrescente de água (som mais agudo).O volume do som emitido pelas taças pode ser amplificado se o conjunto todo for montado sobre uma caixa de ressonância. 



O som que você ouve é produzido pelas paredes do copo ao vibrarem e não pela vibração do ar dentro do copo, como alguns livros-texto ensinam erradamente. O material do copo tem uma frequência própria de vibração, como tudo nesse mundo. Ao esfregar seu dedo na borda, você "excita" esse modo de vibração. Só que a freqüência dessa vibração ressonante depende da quantidade de água que o copo contém. A água adicionada também participa da vibração. Quanto mais água, mais massa vibrando quando a oscilação é provocada. E mais massa vibrando implica em menor freqüência. 


Material

12 ou mais taças de vidro fino ou cristal.Um teclado para afinação (opcional).Um participante que saiba tocar, pelo menos, Atirei o pau no gato.





http://www.seara.ufc.br/sugestoes/fisica/som1.htm (adaptado)

Um comentário:

  1. Para mais dicas de experimentos, visite o site: http://www.oocities.org/br/saladefisica10/index.html

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